Seguro para moto elétrica, patinete e autopropelido
A proteção certa depende de como o CONTRAN classifica o seu equipamento. Ajudamos a identificar isso e a encontrar as seguradoras que aceitam cada tipo.
Corretora registrada na SUSEP sob o nº 201049822
Como funciona
Moto elétrica, ciclomotor, patinete, monociclo e bicicleta elétrica não são a mesma coisa para a lei, e isso muda tanto as suas obrigações quanto as opções de seguro. A Resolução CONTRAN nº 996/2023, em vigor integralmente desde janeiro de 2026, separa três categorias por potência, velocidade e presença de acelerador. Antes de cotar, identificamos em qual delas o seu equipamento se encaixa.
Para quem é
- Quem tem moto ou scooter elétrica
- Donos de patinete, monociclo ou skate elétrico
- Ciclistas com bicicleta elétrica
- Entregadores que trabalham com equipamento elétrico
Como o CONTRAN classifica
Explicamos cada item na cotação para você comparar as opções com clareza.
Bicicleta elétrica
Motor de até 1.000 W e até 32 km/h, com pedal assistido e sem acelerador independente. É equiparada à bicicleta: não exige placa, registro nem CNH.
Autopropelido
Patinetes, monociclos e similares com até 1.000 W, até 32 km/h, largura de até 70 cm e distância entre eixos de até 130 cm. Também dispensa placa, registro e CNH.
Ciclomotor
Equipamento com acelerador, motor elétrico de até 4 kW e velocidade de fabricação de até 50 km/h. Exige registro, licenciamento, emplacamento e CNH ou ACC.
Motocicleta elétrica
Acima dos limites do ciclomotor, o veículo é classificado como motocicleta e segue as mesmas regras de registro, placa e habilitação.
Roubo, furto e danos
Para todas as categorias, buscamos coberturas de roubo, furto qualificado e danos ao equipamento, conforme a aceitação de cada seguradora.
Responsabilidade civil
Cobertura para danos que você cause a pedestres, ciclistas ou veículos durante o uso.
A classificação do equipamento segue a Resolução CONTRAN nº 996/2023 e depende de potência, velocidade de fabricação, dimensões e presença de acelerador. Coberturas e aceitação variam conforme a seguradora e a categoria do equipamento.
Como a Melim ajuda
Do primeiro contato à renovação, você fala com quem conhece o seu caso.
- 1
Você conta o que precisa
Pelo WhatsApp ou pelo formulário, em poucos minutos. Perguntamos só o necessário para a cotação.
- 2
Comparamos as opções
Levantamos propostas entre seguradoras e operadoras parceiras e explicamos coberturas, exclusões e carências.
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Você decide com segurança
Escolhe a opção que faz sentido e contrata com a nossa orientação, sem pressa e sem letras miúdas escondidas.
Perguntas frequentes
Não encontrou sua dúvida? Pergunte a um corretor pelo WhatsApp.
Preciso de seguro obrigatório para patinete ou bicicleta elétrica?
Não há exigência de seguro obrigatório para esses equipamentos quando eles atendem aos limites de autopropelido ou bicicleta elétrica. Ainda assim, muita gente contrata proteção contra roubo, furto e danos a terceiros, porque o prejuízo com um acidente pode ser alto.
Minha moto elétrica precisa de placa e CNH?
Depende da potência e da velocidade de fabricação. Até 4 kW e 50 km/h, com acelerador, ela é ciclomotor e precisa de registro, licenciamento, emplacamento e CNH ou ACC. Acima disso, é tratada como motocicleta. Nas faixas menores, de até 1.000 W e 32 km/h, o equipamento é autopropelido ou bicicleta elétrica e não exige isso.
Instalar um acelerador na bicicleta elétrica muda alguma coisa?
Muda. Alterações que ultrapassem os limites de potência, velocidade ou dimensões mudam a classificação do equipamento, que passa a ser tratado como ciclomotor ou motocicleta, com todas as obrigações dessa categoria. Isso também afeta a aceitação e a validade do seguro.
Quais coberturas existem para esses equipamentos?
O mercado ainda é mais restrito que o de motos tradicionais. Conforme a categoria, há opções de roubo e furto, danos ao equipamento, responsabilidade civil e acidentes pessoais. Verificamos o que está disponível para o seu caso na cotação.
Uso o equipamento para fazer entregas. Dá para cotar?
Dá, e é essencial informar isso. O uso profissional muda a análise da seguradora, e algumas não aceitam. Informar desde o início evita problemas na hora de um sinistro.
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